quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

LONGE ...


...



Longe ...

Lá longe,
no vale sob o arvoredo florido,
pés descalços no tempo.
Lá, esperarei por ti.

Ficarei ouvindo o vento,
mirando as nuvens,
adivinhando as horas...

É assim esperarei por ti.

E não importa nada!
Quanto tempo seja,
ou qual caminho venhas...
Ali esperarei apenas.

Nem a incerteza,
investidas de feras noturnas,
ou intuição malsã
dali me afastará.

E, caso eu morra,
nesta espera eterna,
de certo minh'alma

ainda te esperará..


Namastê!

Um comentário:

Dayane Oliveira disse...

Lindo, de todos os poemas o mais lindo.
Vou ate escrever na minha agenda.
rsrs